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12 dezembro 2010
"Ainda não era meia noite. Ela estava sentada num prédio com amigos numa rua à entrada do bairro alto. Ela sorria. Era bom estar com aquelas pessoas que a vida tinha feito com que perdessem o contacto. Ele passou, os olhos cruzaram-se por apenas dois segundos mas viram-se. Vêm-se sempre. A dor voltou. Não tão avassaladora como da última vez que o tinha visto mas ela ainda estava lá. Ela aguentou, não chorou, os amigos perceberam e mantiveram-na ocupada o resto da noite, a fazerem palhaçadas para que ela risse. E ela tem um riso, e agora, um sorriso tão bonito. Ela sabe disso, sabe que é boa demais para ele. Sabe também que não é um acto presunçoso pensar isso. No entanto nem ela, nem ninguém, comanda quando se apaixona. Porque quando vai, vai mesmo a fundo. Neste momento não sente ódio dele, nem raiva. Sente-se frustrada porque caiu no conto do vigário. Sabia que não se devia ter envolvido mas deixou que uma crise hormonal ditasse o seu destino. E agora sempre que ele passa, fica frustrada porque não devia permitir que a presença dele a afectasse. Mas afecta. Ele, a nova namorada pela mão. Ela é bem melhor que isto. E um dia ela sabe que há de aparecer alguém que veja isso. Alguém que já viu mas que ela infelizmente por, lá está, não poder escolher, deixou de gostar. Um dia..."
26 julho 2010
Resumo do fim de semana
Copos, bairro, "vem dormir a minha casa", copos, bairro, drum and bass, calor, praia, praia praia! okupa, melgas, hardcore, tatuagens, pó, pó, pó, vinho carrascão, banho às 5 da manhã, bom bom bom!
"já tenho a camisa às flooooores, tou nas caraibas!"
E venha mais uma semana de trabalho, soube a pouco!
20 julho 2010
Já dizia o Marco Paulo
A mulher escorpião é um verdadeiro vulcão em todos os sentidos da palavra. Um vulcão na beleza, magnetismo e fascínio, um vulcão no perigo, um vulcão no encanto que tanto pode aquecer como queimar. A mulher escorpião, cedo entende uma verdade: toda a mulher tem de ser séria em público, e meretriz na cama.
"uma lady na mesa, uma louca na cama!"
ehehhehehe
13 julho 2010
I sweeaarrrr!
By the moon and the staar in the skyyy!! ok ok já parei!
Agora a sério, eu juro que ando a fazer de tudo para evitar falar com ele, ando a deixar o tlm em casa. À bocado desliguei o facebook e não tenho intenções de o ligar nas próximas 24 a 48 horas. As poucas mensagens que lhe mando estão a ficar cada vez mais curtas, secas e sem qualquer resticio de sentimento. Já combinei passar o próximo fim de semana fora de lisboa (ele faz anos no sábado) para não andar a sofrer por antecipação por não ter sido convidada para nada. Uma única mensagem de parabéns é o que ele vai receber. Há quem diga que nem lhe devia dizer nada mas também não sou a super mulher nem nenhuma bruxa má e aniversário é aniversário. Custa-me claro. Não lhe dizer que sofro, que tenho saudades dele, que gostava de tê-lo ao meu lado. E de vez em quando ainda faço coisas parvas e convido para programas mínimos. Sou masoquista porque só tenho recebido negas obviamente. Para mim tem de ser com calma, não consigo cortar com alguém que me dizia tanto de um dia para o outro apesar de eu saber que ele não sente o mesmo por mim. Ele faz-me falta é só isso. E custa pra carai...
Agora a sério, eu juro que ando a fazer de tudo para evitar falar com ele, ando a deixar o tlm em casa. À bocado desliguei o facebook e não tenho intenções de o ligar nas próximas 24 a 48 horas. As poucas mensagens que lhe mando estão a ficar cada vez mais curtas, secas e sem qualquer resticio de sentimento. Já combinei passar o próximo fim de semana fora de lisboa (ele faz anos no sábado) para não andar a sofrer por antecipação por não ter sido convidada para nada. Uma única mensagem de parabéns é o que ele vai receber. Há quem diga que nem lhe devia dizer nada mas também não sou a super mulher nem nenhuma bruxa má e aniversário é aniversário. Custa-me claro. Não lhe dizer que sofro, que tenho saudades dele, que gostava de tê-lo ao meu lado. E de vez em quando ainda faço coisas parvas e convido para programas mínimos. Sou masoquista porque só tenho recebido negas obviamente. Para mim tem de ser com calma, não consigo cortar com alguém que me dizia tanto de um dia para o outro apesar de eu saber que ele não sente o mesmo por mim. Ele faz-me falta é só isso. E custa pra carai...
06 julho 2010
caloooorrr
Vou-me queixar do que meio mundo se queixa: tiveram 40 graus em Lisboa hoje! como é que isto é possível?? uma pessoa tá-se a tentar concentrar em coisas importantes da vida como estudo e trabalho e não consegue! Eu, eu já tou com a cabeça em água, o coração mingado não consigo fazer absolutamente nada. Olho para os apontamentos e suspiro, cheia de sono, olho para a cama e não consigo dormir com o calor e pensamentos a divagar para onde não devem. Vida madrasta!
Como nem tudo são mágoas achei importante partilhar um bonito video que encontrei à pouc no iutubi. É uma verdadeira pérola! pelo menos foi a única coisa que me fez rir com gosto nestes últimos dias.
Priceless! ahahah!
Como nem tudo são mágoas achei importante partilhar um bonito video que encontrei à pouc no iutubi. É uma verdadeira pérola! pelo menos foi a única coisa que me fez rir com gosto nestes últimos dias.
Priceless! ahahah!
22 junho 2010
Vou para aqui outra vez este ano. Um bocado a custo já que mais meio Portugal também decidiu ir mas como com isto dos passatempos tenho sempre uma sorte desgraçada lá me safei. Por um lado tou contente, por outro não sei. Queria que ele viesse. Queria que ele quisesse vir comigo. Enfim... vou com elas que também é bom. Se não nos matarmos todas ao segundo dia.
13 junho 2010
O Santo Antoninho foi relativamente calminho (comparando com o do ano passado). Houve tempo para tudo e para estar com (quase) toda a gente. Houve churrasco no jardim, com sangria branca, amigos de sempre e amigos mais recentes. Houve imitações da lady gaga e a sua muleta nereida, houve electro na bica, porrada da grossa, bolinhas de sabão, sangria boa em regadores, sangria má em copos ratados e a eterna dúvida da noite :"Fuck! onde raio vou mijar?!" houve birras, ciumes e parvoices mas também houve mimos, convites e sorrisos. Foi um bom Sant'Antoninho este :)
02 junho 2010
love.musique #54
Só para continuar em grande festa : Shadow no Sudoeste!
E a falta de dinheiro que eu tenho... hunf!
26 maio 2010
24 maio 2010
Sou uma vendida
Fui ao rock in rio... e assustei-me!
Senti-me velha pah! principalmente na tenda electronica. No meu tempo as tendas não eram brancas e com fortes hipoteses de causar ataques epiléticos aos comuns dos mortais... Tive 10 minutos nessa dita tenda devido também à fauna de crianças que populava esse espaço (ok eu comecei a sair à noite relativamente cedo mas n ia para uma tenda ouvir electro manhoso e gritar de 5 em 5 minutos ao ritmo da música "Fodasse", "Puta").
Nunca percebi essa moda de berrarem coisas sem nexo... já a elsa nunca ninguém a encontrou. Secalhar volto lá diz 27, pra ver coisas de jeito.
Senti-me velha pah! principalmente na tenda electronica. No meu tempo as tendas não eram brancas e com fortes hipoteses de causar ataques epiléticos aos comuns dos mortais... Tive 10 minutos nessa dita tenda devido também à fauna de crianças que populava esse espaço (ok eu comecei a sair à noite relativamente cedo mas n ia para uma tenda ouvir electro manhoso e gritar de 5 em 5 minutos ao ritmo da música "Fodasse", "Puta").
Nunca percebi essa moda de berrarem coisas sem nexo... já a elsa nunca ninguém a encontrou. Secalhar volto lá diz 27, pra ver coisas de jeito.
21 maio 2010
love.musique #52
"You know it feel so good when i know you're skanking with meeee!"
DO IT FOR THE LOVE OF MUSIC! :D
17 maio 2010
O pardal
Eu sabia perfeitamente no que me estava a meter. Menino giro, com uma vespa, barba e sorriso malandro. Tinha sacana escrito na testa. E no braço. E nas pernas. E em todo o lado. E eu sabia onde me estava a meter. Mas fui na mesma, explorar, ver o que dava. Paixoneta aguda. Foi o sorriso malandro que me apanhou. E o nariz, torto mas perfeito por isso. E eu continuava a saber onde me estava a meter. E depois veio a necessidade da liberdade, a novidade tinha passado. E eu a ver tudo a acontecer à minha frente, a velocidade relâmpago. Os sinais, aqueles sinais, que tantas vezes mos deram que já os reconheço à distância. Não se pode tentar manter em cativeiro um pardal senão ele morre. E apesar da gaiola ser grande, do tamanho do mundo, o pardal precisa de voar (que puta de metáfora mais ranhosa...). Como eu estava a dizer: sabia perfeitamente no que me estava a meter...
10 maio 2010
08 maio 2010
Minha gente assim não dá!
Passar 2 dias a chorar as pedrinhas da calçada para no final "Ah e tal, afinal tá tudo bem". CARALHETE!
Ah e aquilo dos meninos bem comportados pelos vistos era treta... é o que nós queremos mas não se aplica. Calhou-me o mais mafioso na rifa... pfff
Ah e aquilo dos meninos bem comportados pelos vistos era treta... é o que nós queremos mas não se aplica. Calhou-me o mais mafioso na rifa... pfff
05 maio 2010
03 maio 2010
Passei o dia todo adoentada. Não consegui dormir nada, o que levou a que acordasse com uma cabeça do tamanho do mundo. A garganta também se queixou por me ter armado em esperta e ter deixado a janela aberta. Agora, ao final de um dia completamente mal disposta, já só queria um beijinho e um pratinho quente de sopa mas a única resposta que levei foi um "epá vai ser complicado". Pois vai, assim vai ser bastante...
fuck!
Não posso ter dinheiro no mb e ir sair... Acabei de apanhar o susto da vida. Não pode ser que eu sou uma pessoa que sofre dos nervos! Ah e ganhei mais 2 nódoas negras gigantes!
30 abril 2010
Gosto desta nova rotina. Trabalhar durante a semana toda e ansiar pelo fim de semana para espairecer um pouquinho. Há quatro anos que não sabia o que era isso. Desde 2006 que sempre trabalhei aos fins de semana portanto sabe-me mesmo muito bem não andar sempre trocada de toda a gente e poder combinar planos ditos "Normais". Hoje vai-se abanar o pandeiro pois claro que a malta quer é féta! Ah e recebi o meu primeiro ordenado de estágio. Uma riqueza! :D
Review Alicia Keys
In Blitz:
"Em 2004 deu um dos concertos mais seguros do Rock in Rio Lisboa, em 2008 assinou um concerto morno na sala a que hoje regressou para mostrar que está mais crescida, que sabe bem aquilo que faz e que tem capacidades (vocais e empáticas) acima da média. Alicia Keys encetou a digressão europeia em território nacional e trouxe a sua pop carregada de alma novamente até Lisboa. A avaliar especialmente pelos momentos finais do espectáculo, deixou os lisboetas - que encheram o Pavilhão Atlântico - completamente arrebatados.
A ponte Nova Iorque - Lisboa começou pouco depois das 21h00, quando as luzes da sala ribeirinha se apagaram e a cantora surgiu, enjaulada, para momentos mais tarde (já fora da jaula) jogar de seguida dois trunfos que cedo agarraram o público: a agitação de "You Don't Know My Name" e o coração em chamas de "Fallin'", tema que a apresentou ao mundo em 2001. Numa outra cartada inesperada, "Another Way to Die", tema que gravou com Jack White para a banda-sonora do mais recente filme de James Bond, marcou uma viragem rockeira e serviu para mostrar que a banda que a acompanha não brinca em serviço.
Passeando-se entre os teclados e coreografias partilhadas com o bailarino que a acompanha, Keys abandonou-se por vezes a alguns excessos vocais sorvidos avidamente pelos fãs, mas quando finalmente se sentou ao piano para a belíssima balada "Pray for Forgiveness" já ninguém teria dúvidas que, por muito bem que a lição esteja estudada, a voz lhe sai directa da alma, sem quaisquer peneiras. "Like You'll Never See Me Again" mantém-na ao piano (colocado estrategicamente numa plataforma giratória no centro do palco) e marca mais um dos pontos altos da actuação.
Deitada sedutoramente em cima do piano, serve "Wait Til You See My Smile", do mais recente The Element of Freedom , e salta depois directamente para o agitado, e muito aplaudido, "Put It in a Love Song", futuro single no qual partilha vocalizações com Beyoncé (na falta da colega, Keys divertiu-se mais uma vez em coreografias com o bailarino). O pequeno intervalo que se seguiu, aproveitado pela cantora para mudar de roupa, foi preenchido (e que bem preenchido foi) por uma versão de "Feeling Good", tema celebrizado por Nina Simone, aqui na voz de uma "menina do coro" que não fica em nada atrás da sua mentora.
Envergando um longo vestido branco, Alicia Keys regressa então para a sequência vencedora do concerto. Começou com o menosprezado single "Try Sleeping with a Broken Heart" (tornou-se facilmente um dos melhores momentos de todo o espectáculo), seguiu com "Woman", o hino dedicado a todas as mulheres da plateia que devolveram a dedicatória com um coro acalorado, passou depois para o velhinho "If I Ain't Got You" e "Doesn't Mean Anything", que deixou o público em ponto de rebuçado.
O grande final chegaria com um "No One" cantado a plenos pulmões por um Pavilhão Atlântico em pé e aos pulos e, já em encore, a cereja no topo do bolo chegava com "Empire State of Mind (Part II) Broken Down", um dos mais recentes triunfos de Keys, que na versão original partilha uma dedicatória a Nova Iorque com o amigo Jay-Z. Esta noite, "Empire State of Mind" foi dedicada a Lisboa e o público rendeu-se bem rendido."
E eu chorei. Tanto. Parecia uma madalena. É o efeito que a música, boa música, tem em mim. E vai ser sempre assim.
"Em 2004 deu um dos concertos mais seguros do Rock in Rio Lisboa, em 2008 assinou um concerto morno na sala a que hoje regressou para mostrar que está mais crescida, que sabe bem aquilo que faz e que tem capacidades (vocais e empáticas) acima da média. Alicia Keys encetou a digressão europeia em território nacional e trouxe a sua pop carregada de alma novamente até Lisboa. A avaliar especialmente pelos momentos finais do espectáculo, deixou os lisboetas - que encheram o Pavilhão Atlântico - completamente arrebatados.
A ponte Nova Iorque - Lisboa começou pouco depois das 21h00, quando as luzes da sala ribeirinha se apagaram e a cantora surgiu, enjaulada, para momentos mais tarde (já fora da jaula) jogar de seguida dois trunfos que cedo agarraram o público: a agitação de "You Don't Know My Name" e o coração em chamas de "Fallin'", tema que a apresentou ao mundo em 2001. Numa outra cartada inesperada, "Another Way to Die", tema que gravou com Jack White para a banda-sonora do mais recente filme de James Bond, marcou uma viragem rockeira e serviu para mostrar que a banda que a acompanha não brinca em serviço.
Passeando-se entre os teclados e coreografias partilhadas com o bailarino que a acompanha, Keys abandonou-se por vezes a alguns excessos vocais sorvidos avidamente pelos fãs, mas quando finalmente se sentou ao piano para a belíssima balada "Pray for Forgiveness" já ninguém teria dúvidas que, por muito bem que a lição esteja estudada, a voz lhe sai directa da alma, sem quaisquer peneiras. "Like You'll Never See Me Again" mantém-na ao piano (colocado estrategicamente numa plataforma giratória no centro do palco) e marca mais um dos pontos altos da actuação.
Deitada sedutoramente em cima do piano, serve "Wait Til You See My Smile", do mais recente The Element of Freedom , e salta depois directamente para o agitado, e muito aplaudido, "Put It in a Love Song", futuro single no qual partilha vocalizações com Beyoncé (na falta da colega, Keys divertiu-se mais uma vez em coreografias com o bailarino). O pequeno intervalo que se seguiu, aproveitado pela cantora para mudar de roupa, foi preenchido (e que bem preenchido foi) por uma versão de "Feeling Good", tema celebrizado por Nina Simone, aqui na voz de uma "menina do coro" que não fica em nada atrás da sua mentora.
Envergando um longo vestido branco, Alicia Keys regressa então para a sequência vencedora do concerto. Começou com o menosprezado single "Try Sleeping with a Broken Heart" (tornou-se facilmente um dos melhores momentos de todo o espectáculo), seguiu com "Woman", o hino dedicado a todas as mulheres da plateia que devolveram a dedicatória com um coro acalorado, passou depois para o velhinho "If I Ain't Got You" e "Doesn't Mean Anything", que deixou o público em ponto de rebuçado.
O grande final chegaria com um "No One" cantado a plenos pulmões por um Pavilhão Atlântico em pé e aos pulos e, já em encore, a cereja no topo do bolo chegava com "Empire State of Mind (Part II) Broken Down", um dos mais recentes triunfos de Keys, que na versão original partilha uma dedicatória a Nova Iorque com o amigo Jay-Z. Esta noite, "Empire State of Mind" foi dedicada a Lisboa e o público rendeu-se bem rendido."
E eu chorei. Tanto. Parecia uma madalena. É o efeito que a música, boa música, tem em mim. E vai ser sempre assim.
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